segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Estudantes estão com Dilma

As diretorias Une e Ubes decidiram em reunião realizada no 1º fim de semana após primeiro turno que, de forma unânime, apoiar a campanha de Dilma devido ao compromisso do governo do presidente Lula para com a educação.

Leia manifesto dos estudantes abaixo, e veja o vídeo do ato de estudantes e trabalhadores em favor de Dilma, realizado na sexta, em São Paulo.

Derrotar o retrocesso neoliberal: Dilma Presidente!

A União Nacional dos Estudantes tem historicamente se pautado na defesa dos interesses dos estudantes brasileiros, da Educação Pública e da soberania nacional. O faz compreendendo que a autonomia política é fundamental na luta pela construção de um país justo e soberano. Contudo, nos momentos de acirramento da luta política do Brasil, não nos furtamos de tomar posição e somarmos força ao campo mais progressista das forças políticas no país.

Foi assim na experiência da luta contra o nazi-facismo na década de 40, na campanha do “Petróleo é nosso” que culminou com a criação da segunda maior petrolífera do mundo, a Petrobras, na campanha das “Reformas de Base” na década de 60, na resistência contra a ditadura e na redemocratização do Brasil, no “Fora Collor” e na passeata de 16 de agosto de 2005 que segurou nas ruas a tentativa de golpe.

Esse ano não é diferente. Depois de um primeiro turno em que o debate não se aprofundou de forma necessária nos projetos de Nação em disputa, nesse segundo turno temos a chance de fazê-lo e interferir ainda mais no debate. Com o cenário de polarização e o assanhamento das forças políticas mais conservadoras do país, aliadas à grande mídia, faz-se necessário o nosso posicionamento.

Durante os anos de governo FHC, com Serra no Planejamento, a lógica do desmonte do Estado e as privatizações imperavam. O desafio vivido cotidianamente pela universidade pública era o de como não desmoronar. Inúmeras IFES não conseguiam custear sequer sua manutenção. A proliferação de faculdades privadas sem qualquer regulamentação que garantisse qualidade e compromisso social por parte destas foi outra marca daquele período. O atual secretário estadual de Educação de São Paulo, Paulo Renato, era o ministro da Educação do Brasil neste período em que a educação era vista pelo governo federal mais como mercadoria, de um lucrativo negócio, do que como um direito social estratégico para o desenvolvimento nacional. Essa lógica persiste com Serra no governo de São Paulo.

É esse projeto que devemos derrotar. O compromisso dos estudantes brasileiros é com o aprofundamento da Democracia no nosso país e na defesa do protagonismo do Estado brasileiro, pois somente a partir destes é possível que o povo brasileiro interfira nos rumos das políticas públicas no nosso país. Ainda, reafirmamos o nosso compromisso com o investimento de 10% do PIB na educação, impedindo que o retorno de mecanismos de contingenciamento de verbas sejam novamente utilizados como a Desvinculação das Receitas da União (DRU). Nossa disposição é fazer com que o próximo período sirva para a construção de importantes Reformas Estruturantes no Brasil, que pavimente um profundo ciclo de desenvolvimento econômico com sustentabilidade ambiental, mas que também propicie o desenvolvimento humano da sociedade brasileira.

Assim, no ambiente de polarização que se configura na atual quadra política, é fundamental que essa geração tome posição e derrote o setor conservador representado na candidatura de Jose Serra. A Diretoria Plena da União Nacional dos Estudantes, reunida na sede do Sindicato dos Professores de São Paulo – APEOESP – e na presença de lideranças estudantis de todo o país, decide indicar o voto em Dilma Rousseff no segundo turno das eleições para a Presidência da República Federativa do Brasil.

União Nacional dos Estudantes (UNE)

10 de outubro de 2010

Mano Brown declara apoio a Dilma: “povo não quer ser gado”


“Eu vou votar na Dilma, certo? Fechou”. O rapper Pedro Paulo Soares Pereira, o Mano Brown, líder do grupo paulistano Racionais MC´s, resolveu declarar apoio no segundo turno das eleições presidenciais e gravou um vídeo de apoio à candidatura da petista Dilma Rousseff. Em depoimento publicado no site do PT paulista neste domingo (17), ele abre sua opção pela candidata em consequência de o povo não querer “ser tratado como número, como gado”, mas como pessoas importantes para “essa máquina Brasil”. “A massa, a maioria que necessita de um cara que sinta, que tenha sentimento por eles, que veja eles como clientes, como… entendeu, mano?”, declara o letrista. O rapper lembra ainda fazer parte da geração que acompanhou o início do PT e que foi um marco “ver um operário, um nordestino, um homem do povo, ser aquilo que a gente quis que ele fosse”. Para Brown, o segundo mandato de Lula visto das ruas marca o momento em que as coisas começaram a acontecer: “parecia até um sonho, um milagre”. “Tudo que eu acreditei desde a minha adolescência e tal, ele honrou, ele vingou”, comenta.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Chico Buarque, artistas e intelectuais organizam manifesto e ato pró-Dilma

Direto do Portal do PT

Um grupo de artistas e intelectuais liderados por Leonardo Boff, Chico Buarque, Emir Sader, Eric Nepumuceno está articulando adesões ao manifesto abaixo de apoio político a eleição de Dilma Roussef. Se você puder aderir agradeceríamos muito: mande sua adesão para emirsader@uol.com.br ; ericnepomuceno@uol.com.br

E, se você puder, divulgue aos seus amigos do Rio para participarem do ATO POLITICO de entrega do manifesto à candidata, no Teatro CASA GRANDE, dia 18 de outubro, às 20 hs. (Rua Afranio de Mello Franco, 290- Leblon- Rio de janeiro)

MANIFESTO DE ARTISTAS E INTELECTUAIS PRO DILMA

Nós, que no primeiro turno votamos em distintos candidatos e em diferentes partidos, nos unimos para apoiar Dilma Rousseff. Fazemos isso por sentir que é nosso dever somar forças para garantir os avanços alcançados. Para prosseguirmos juntos na construção de um país capaz de um crescimen to econômico que signifique desenvolvimento para todos, que preserve os bens e serviços da natureza, um país socialmente justo, que continue acelerando a inclusão social, que consolide, soberano, sua nova posição no cenário internacional.

Um país que priorize a educação, a cultura, a sustentabilidade, a erradicação da miséria e da desiguladade social. Um país que preserve sua dignidade reconquistada.

Entendemos que essas são condições essenciais para que seja possível atender às necessidades básicas do povo, fortalecer a cidadania, assegurar a cada brasileiro seus direitos fundamentais.

Entendemos que é essencial seguir reconstruindo o Estado, para garantir o desenvolvimento sustentável, com justiça social e projeção de uma política externa soberana e solidária.

Entendemos que, muito mais que uma candidatura, o que está em jogo é o que foi conquistado.

Por tudo isso, declaramos, em conjunto, o apoio a Dilma Rousseff. É hora de unir nossas forças no segundo turno para garantir as conquistas e continuarmos na direção de uma sociedade justa, solidária e soberana.

Leonardo Boff


Chico Buarque


Fernando Morais


Emir Sader


Eric Nepumuceno


Rapidinha do Dia 2: Psol e o voto em Dilma, por Ivan Valente


"O voto crítico em Dilma representa um diálogo com setores da sociedade que devemos seguir buscando. Isso engrandece e não diminui o PSOL"

Ivan Valente é deputado federal pelo Psol-SP.

Psol: Voto Nulo ou voto em Dilma.

Ressalvando alguns pontos apontados pela Resolução da Executiva Nacional do Psol, como "a candidatura de Dilma a assumir posição ainda mais conservadora, abrindo mão de pontos progressivos de seu programa de governo e reagindo dentro do campo de idéias conservadoras e não contra ele" e "à campanha Dilma manteve compromissos com os banqueiros e as políticas neoliberais" compreendo e respaldo posição do Partido Socialismo e Liberdade sobre o 2º turno das eleições de 2010. No entanto, o mesmo desejo existente no Psol por representar os anseios dos movimentos sociais é o que me move enquanto petista e socialista na luta contra o neoliberalismo e as forças conservadoras da direita brasileira.
Apesar das divergências existentes entre os projetos PT x Psol, temos muitas coisas em comum dentro das nossas propostas programáticas.

Leia na íntegra a Resolução da Executiva Nacional do Psol

Segue abaixo a resolução aprovada por 13 votos a 2 na reunião da Executiva Nacional do PSOL realizada nesta sexta-feira, 15 de outubro, em São Paulo.

POSIÇÃO PSOL SOBRE O SEGUNDO TURNO – ELEIÇÕES 2010

O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) mereceu a confiança de mais de um milhão de brasileiros que votaram nas eleições de 2010. Nossa aguerrida militância foi decisiva ao defender nossas propostas para o país e sobre ela assentou-se um vitorioso resultado.

Nos sentimos honrados por termos tido Plínio de Arruda Sampaio e Hamilton Assis como candidatos à presidência da República e a vice, que de forma digna foram porta vozes de nosso projeto de transformações sociais para o Brasil. Comemoramos a eleição de três deputados federais (Ivan Valente/SP, Chico Alencar/RJ e Jean Wyllys/RJ), quatro deputados estaduais (Marcelo Freixo/RJ, Janira Rocha/RJ, Carlos Giannazi/SP e Edmilson Rodrigues/PA) e dois senadores (Randolfe Rodrigues/AP e Marinor Brito/PA). Lamentamos a não eleição de Heloísa Helena para o senado em Alagoas e a não reeleição de nossa deputada federal Luciana Genro no Rio Grande do Sul, bem como, do companheiro Raul Marcelo, atual deputado estadual do PSOL.

Em 2010 quis o povo novamente um segundo turno entre PSDB e PT. Nossa posição de independência não apoiando nenhuma das duas candidaturas está fundamentada no fato de que não há por parte destas nenhum compromisso com pontos programáticos defendidos pelo PSOL. Sendo assim, independente de quem seja o próximo governo, seremos oposição de esquerda e programática, defendendo a seguinte agenda: auditoria da dívida pública, mudança da política econômica, prioridade para saúde e educação, redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, defesa do meio ambiente, defesa dos direitos humanos segundo os pressupostos PNDH3, reforma agrária e urbana ecológica e por ampla reforma política – fim do financiamento privado e em favor do financiamento público exclusivo, como forma de combater a corrupção na política.

No entanto, O PSOL se preocupa com a crescente pauta conservadora introduzida pela aliança PSDB-DEM, querendo reduzir o debate a temas religiosos e falsos moralismos, bloqueando assim os grandes temas de interesse do país. Por outro lado, esta pauta leva a candidatura de Dilma a assumir posição ainda mais conservadora, abrindo mão de pontos progressivos de seu programa de governo e reagindo dentro do campo de idéias conservadoras e não contra ele. Para o PSOL a única forma de combatermos o retrocesso é nos mantermos firmes na defesa de bandeiras que elevem a consciência de nosso povo e o nível do debate político na sociedade brasileira.

As eleições de 2002 ao conferir vitória à Lula trazia nas urnas um recado do povo em favor de mudanças profundas. Hoje é sabido que Lula não o honrou, não cumpriu suas promessas de campanha e governou para os banqueiros, em aliança com oligarquias reacionárias como Sarney, Collor e Renan Calheiros. Mas aquele sentimento popular por mudanças de 2002 era também o de rejeição às políticas neoliberais com suas conseqüentes privatizações, criminalização dos movimentos sociais – que continuou no governo Lula -, revogação de direitos trabalhistas e sociais.

Por isso, o PSOL reafirma seu compromisso com as reivindicações dos movimentos sociais e as necessidades do povo brasileiro. Somos um partido independente e faremos oposição programática a quem quer que vença. Neste segundo turno, mantemos firme a oposição frontal à candidatura Serra, declarando unitariamente “NENHUM VOTO EM SERRA”, por considerarmos que ele representa o retrocesso a uma ofensiva neoliberal, de direita e conservadora no País. Ao mesmo tempo, não aderimos à campanha Dilma, que se recusou sistematicamente ao longo do primeiro turno a assumir os compromissos com as bandeiras defendidas pela candidatura do PSOL e manteve compromissos com os banqueiros e as políticas neoliberais. Diante do voto e na atual conjuntura, duas posições são reconhecidas pela Executiva Nacional de nosso partido como opções legítimas existentes em nossa militância: voto nulo/branco ou voto em Dilma. O mais importante, portanto, é nos prepararmos para as lutas que virão no próximo período para defender os direitos dos trabalhadores e do povo oprimido do nosso País.

Executiva Nacional do PSOL – 15 de outubro de 2010.

Rapidinha do Dia: O jogo sujo de Serra, por Emir Sader


"A ignorância é apoiada pelo Serra de misturar questõesreligiosas com políticas. As igrejas decidem o que é pecado, não o que é legal"
Emir Sader, é intelectual, sociólogo e professor da USP.

Agenda da Campanha Dilma Presidente em Angra!!!

Companheir@s,

A hora tá chegando , vamos nos mobilizar indo pra rua , no trabalho , na escola , na igreja e em todos os lugares que estivermos pedir voto para DILMA PRESIDENTE.
Vamos à luta , até a vitória!!!!!!
Agenda de atividades de campanha:

- Dia 16/10 (Sábado) - Panfletagem na Centro da Cidade.

09:00 h – concentração na Praça do Papão.

- Dia 19/10 (Terça-feira) – Panfletagem Central Nuclear

06:00 h - Portões de Angra I, II e III.

- Dia 20/10 (Quarta-feira) - Panfletagem no Portão de Tebig e Brasfels.

06:00 h – Portão do Terminal da Ponta Leste

11:00 h – Inauguração do Comitê Unificado Dilma Presidente de Jacuacanga e panfletagem no Portão da Brasfels.

Obs.: Buscar trazer lideranças regionais e convidar o vice-governador.

- Dia 23/10 (Sábado) – Caminhada na Grande Japuíba

09:00 h – concentração no Trevo da Encruzo da Enseada

Gil apoia Dilma

Ex-ministro de Lula e filiado ao Partido Verde, sem contar a importância da sua contribuição para a música brasileira, Gilberto Gil fala porque apoia Dilma. Veja!!!!

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Rapidinha da Semana: Serra, a elite e o PIG - por Tarso Genro.


"O que está havendo é uma campanha de golpismo político só semelhante aos eventos que ocorreram em 1964 para preparar as ofensivas contra o então governo estabelecido."

Tarso Genro é ex-ministro da Justiça do Governo Lula e acaba de ser eleito governador do Rio Grande do Sul.

Balanço sintético sobre a passagem do primeiro pro segundo turno

*Por Luiz Marques

1. A mídia continua tendo uma ação protagonista no processo eleitoral. Sua intervenção inaugural na abertura do segundo turno buscou sobrevalorizar o papel da Marina no desfecho do primeiro turno, aumentando a estatura da candidata do PV para diminuir a estatura de Dilma. O intuito é claro: aprofundar na subjetividade das bases sociais e políticas da esquerda um sentimento de frustração diante das expectativas geradas ao longo da campanha e, assim, a transformar uma estupenda vitória em uma rotunda derrota. A grande mídia, com esta estratégia ladina, procura criar artificialmente a idéia de que a onda verde quebrou a onda vermelha e de que a conseqüência é a perda de fôlego político-eleitoral da Dilma, o que zeraria a disputa e alavancaria agora as possibilidades de Serra. De uma premissa falsa tira uma conclusão falsa na tentativa de confundir o povo brasileiro.

2. Não é verdade que Dilma tenha perdido o fôlego político-eleitoral. Seu desempenho nesta eleição (46,91%) é comparável ao do próprio Lula em 2002 (46%) e em 2006 (47,7%), quando se elegeu e reelegeu respectivamente. Os números demonstram que a performance da candidata do campo democrático-popular foi positiva e não negativa, como setores midiáticos do conservadorismo tentam fazer crer. Acrescente-se, ainda, que o PT em 3 de outubro aumentou sua bancada de 8 para 16 senadores, tendo também se tornado a maior bancada de deputados na Câmara com 88 deputados. Mais, a partir de 1° de janeiro terá governadores em Sergipe, Bahia, Rio Grande do Sul e Acre, além do Distrito Federal, onde tem altas possibilidades de vencer no segundo turno. Seus aliados, por sua vez, venceram no Rio de Janeiro, Pernambuco, Ceará, Maranhão, Piauí, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul. Não há, pois, nenhum fundamento concreto que respalde as pseudo-análises que pintam com cores sombrias o saldo eleitoral de Dilma ou do PT nas urnas, ao final do primeiro turno. Tais comentários visam tão somente embaçar o óbvio: a existência de uma onda vermelha no país, que está longe de ter se esgotado, fruto das políticas sociais desenvolvidas pelo governo Lula.

3. Marina alcançou resultado expressivo em alguns estados. No Rio de Janeiro, por exemplo, apesar de Sérgio Cabral (PMDB) ter feito 66% e a bancada federal de oposição (PSDB/DEM/PPS) a Lula/Cabral ter sido reduzida pela metade, de 10 para 5 deputados, Dilma fez 43,76% dos votos, Marina 31,52% e Serra apenas 22,53%. A surpresa do primeiro turno, no entanto, não foi Marina, de acordo com o estudo realizado pelo coordenador do Instituto Sensus, Ricardo Guedes. O efeito Marina esteve localizado no RJ, Brasília e Belo Horizonte, e não ultrapassou 2%. Aliás, considerando-se o universo do eleitorado (incluindo votos nulos/brancos e não comparecimento/sem opinião) Marina teve 17,65% dos votos, enquanto as pesquisas lhe davam 16% dos votos dos eleitores. Quer dizer, o imprevisível causado por uma mal contada "onda verde nacional" se resumiria a 1,75%, absolutamente dentro da margem de erro das pesquisas. Considerando só os votos válidos, como é sabido, Marina terminou com 19,33%, Serra com 32,61% e Dilma com 46,91%. Neste sentido, as pesquisas em geral acertaram, reitera o analista do Instituto Sensus, a quem o jornal Folha de São Paulo pretendeu desqualificar durante o processo eleitoral por apresentar a virada de Dilma em relação a Serra numa época em que o Datafolha insiste em colocar Serra como líder das pesquisas de intenção de voto.

4. A surpresa desta eleição, a rigor, esteve em outro lugar: no alto índice de abstenção somada a votos brancos e nulos no Nordeste que foi igual a 29,34%. Para se ter uma idéia, no Norte foi de 25,03%, no Sul de 21,19%, enquanto que a média brasileira foi de 25,19%. Não fosse essa discrepância, a eleição para a presidência teria acabado no primeiro turno, confirmando as projeções. Na opinião do governador reeleito do Ceará, Cid Gomes (PSB), tal ocorreu porque Lula fez pouca campanha no Nordeste, região onde o governo Lula e a candidata Dilma são muito bem avaliados. Diminuir os índices de abstenção na região é uma das tarefas para o segundo turno, assim como no Rio de Janeiro e em São Paulo.

5. Significa que a linha de campanha adotada no primeiro turno esteve correta, bem como o desempenho da candidata nos comícios, nos debates televisivos, etc, foi amplamente satisfatório. Aprofundar o cotejo de projetos políticos e o contraste entre o governo neoliberal e o governo Lula/Dilma, explorar mais as imagens de Dilma mais junto ao povo e sua condição de "mulher chegando lá ao poder" não deve conduzir-nos a uma autoflagelação, como se tivéssemos errado na linha ou como se a candidata tivesse cometido falhas.

6. Com os recursos materiais e militantes de que dispomos, em cada estado da federação, é possível potencializar a vitória do campo democrático-popular no segundo turno. Nunca tivemos tantos motivos para o otimismo da paixão e da razão. À vitória!

*Luiz Marques é Professor Ciência Política da UFRGS, Membro da Coordenação Estadual da Democracia Socialista e Secretário Estadual da Cultura no Governo Olívio/Rossetto.

Gilberto Palmares lança manifesto em busca de apoio a candidatura de Dilma no Rio

Parabenizo o Deputado Estadual Gilberto Palmares pela iniciativa de unir os campos progressistas de esquerda em torno da campanha da companheira Dilma. A unidade de todos aqueles organizados na sociedade que estão comprometidos com as mudanças ocorridas no Brasil nesses 8 anos de governo do PT, faz-se necessária para que o país continue crescendo com distribuição de renda e inclusão socião. Haverá momento em que os debates entre o PT e outras forças do campo da esquerda brasileira serão travados de forma muito árdua, intensa; é verdade. Porém, não se pode permitir que as divergências programáticas entre PT e PSOL culminem na derrota da esquerda para a velha direita golpista e opressora que por muitos anos, abandonou a maior parte da população.
Confira o manifesto na íntegra.


Carta aberta ao deputado Marcelo Freixo

Temos, na Assembléia Legislativa, uma convivência respeitosa e construtiva. Várias vezes estivemos juntos apoiando manifestações do movimento social. Juntos, também, apresentamos uma Emenda à Constituição Estadual importante para a cultura.

Ressalto principalmente que, considerando seu pedido e do presidente da Alerj, fui o deputado relator da CPI das Milícias. Na ocasião, você disse que minha participação seria muito importante para a CPI e que, dentro da Alerj, o PT é o aliado mais próximo do PSOL.
Certamente seu pedido não foi a única razão que me levou a ser o relator da CPI, mas ele teve muita importância. O relatório, mostrando seu trabalho e dos demais membros da Comissão, foi aprovado na essência pelo Plenário da Alerj. Diversos organismos, inclusive internacionais, reconhecem o relatório como uma contribuição importante no combate a violência.
É em nome desta relação respeitosa e construtiva que, da mesma forma como ouvi seus argumentos para me levar à relatoria da CPI, que lhe peço que pondere os meus argumentos.
É estratégica a necessidade de apoio a candidatura Dilma Presidente, evitando o retrocesso do retorno ao poder do PSDB e DEM.
Sei que você e o PSOL têm fortes críticas ao PT e ao governo do presidente Lula. Algumas delas, lhe garanto, são presentes dentro do próprio PT. Mas acredito que um parlamentar, cujo centro de atuação é a defesa dos direitos humanos, enxerga a enorme diferença neste campo entre o governo Lula e Dilma e a proposta Serra/ Índio da Costa.
São dois modelos de governo em disputa. De um lado temos o governo Lula, representado por Dilma, que luta pelo fim da homofobia, pela liberdade religiosa, no combate às discriminações o Plano Nacional de Direitos Humanos, os Ministérios da Promoção da Igualdade Racial e das Mulheres.
Do outro lado, temos a campanha direitista, preconceituosa, obscurantista do esquema Serra/Indio da Costa exatamente contra os avanços do governo Lula. Como venho do movimento sindical, permito-me também lembrar que o PSDB Serrista e o DEM Índio da Costa vem, ao longo dos anos, tentando de todas as formas atingir conquistas sociais e trabalhistas presentes na Constituição, assim como desnacionalizar nossa economia. Agora, ameaça a exploração soberana do pré-sal.
Como conheço seu trabalho e considero seu partido um aliado no combate ao obscurantismo, ao preconceito e à violência peço seu apoio na eleição de Dilma Presidente.

Gilberto Palmares
Deputado Estadual - RJ

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Os Caminhos de Marina


A avaliação que faço dos últimos minutos da prorrogação que mudaram (por enquanto) o destino do campeonato é de que devemos ter humildade e reconhecer nossos erros. Sobre tudo, por não conter a eufórica militância com o clima de já ganhou.

A grande mídia elitista pró Serra cumpriu o seu papel, e mais uma vez fomos vítimas de uma enchurrada de ataques vindos de todos os lados; além da grande arrancada de Marina, que no último minuto subiu avançou rumo à área do adversário, e como um exímio centroavante acertou uma bola na trave. Trazendo novos episódios e emoções para o cenário eleitoral brasileiro.

A "Onda Verde" marca uma nova etapa na história do Brasil, que começa a ser construída a partir de agora, onde o povo brasileiro terá a oportunidade de participar do plebiscito popular.

A consolidação da ruptura do projeto democrático popular encabeçado pelo PT e os partidos de esquerda, torna-se viável a partir desse novo cenário, onde a polarização dos projetos Lula x FHC terá maior dimensão. Um eventual apoio de Marina à um dos presidenciáveis certamente influenciará na decisão de muitos dos seus quase 20 milhões de eleitores.

É bem verdade que muitos dos atuais dirigentes do PV preferem Serra a Dilma, visto alianças em estados importantes da federação: São Paulo, Rio de Janeiro e Distro Federal. Porém Marina não pode agora, se opor aos ex-companheiros de luta das mais variadas frentes de atuação, ao mesmos tempo em que aliasse aos opressores desses mesmos ex-companheiros e da própria Marina.

Abaixo, belo artigo de Leonardo Boff

O Brasil está ainda em construção. Somos inteiros, mas não acabados. Nas bases e nas discussões políticas sempre se suscita a questão: que Brasil finalmente queremos?

E então que surgem os vários projetos políticos elaborados a partir de forças sociais com seus interesses econômicos e ideológicos com os quais pretendem moldar o Brasil.

Agora, no segundo turno das eleições presidenciais, tais projetos repontam com clareza. É importante o cidadão consciente dar-se conta do que está em jogo para além das palavras e promessas e se colocar criticamente a questão: qual dos projetos atende melhor às urgências das maiorias que sempre foram as “humilhadas e ofendidas” e consideradas “zeros econômicos” pelo pouco que produzem e consomem.

Essas maiorias conseguiram se organizar, criar sua consciência própria, elaborar o seu projeto de Brasil e digamos, sinceramente, chegaram a fazer de alguém de seu meio presidente do país, Luiz Inácio Lula da Silva. Foi uma virada de magnitude histórica.

Há dois projetos em ação: um é o neoliberal ainda vigente no mundo e no Brasil apesar da derrota de suas principais teses na crise econômico-financeira de 2008. Esse nome visa dissimular aos olhos de todos, o caráter altamente depredador do processo de acumulação, concentrador de renda que tem como contrapartida o aumento vertiginoso das injustiças, da exclusão e da fome. Para facilitar a dominação do capital mundializado, procura-se enfraquecer o Estado, flexibilizar as legislações e privatizar os setores rentáveis dos bens públicos.

O Brasil sob o governo de Fernando Henrique Cardoso embarcou alegremente neste barco a ponto de no final de seu mandato quase afundar o Brasil. Para dar certo, ele postulou uma população menor do que aquela existente. Cresceu a multidão dos excluídos. Os pequenos ensaios de inclusão foram apenas ensaios para disfarçar as contradições inocultáveis.

Os portadores deste projeto são aqueles partidos ou coligações, encabeçados pelo PSDB, que sempre estiveram no poder com seus fartos benesses. Este projeto prolonga a lógica do colonialismo, do neocolonialismo e do globocolonialismo, pois sempre se atém aos ditames dos países centrais.

José Serra do PSDB representa esse ideário. Por detrás dele estão o agrobusiness, o latifúndio tecnicamente moderno e ideologicamente retrógrado, parte da burguesia financeira e industrial. É o núcleo central do velho Brasil das elites que precisamos vencer pois elas sempre procuram abortar a chance de um Brasil moderno com uma democracia inclusiva.

O outro projeto é o da democracia social e popular do PT. Sua base social é o povo organizado e todos aqueles que pela vida afora se empenharam por um outro Brasil. Este projeto se constrói de baixo para cima e de dentro para fora.
Quer forjar uma nação autônoma, capaz de democratizar a cidadania, mobilizar a sociedade e o Estado para erradicar, a curto prazo, a fome e a pobreza, garantir um desenvolvimento social includente que diminua as desigualdades. Esse projeto quer um Brasil aberto ao diálogo com todos, visa a integração continental e pratica uma política externa autônoma, fundada no ganha-ganha e não na truculência do mais forte.

Ora, o governo Lula deu corpo a este projeto. Produziu uma inclusão social de mais de 30 milhões, e uma diminuição do fosso entre ricos e pobres, nunca assistido em nossa história. Representou em termos políticos uma revolução social de cunho popular, pois deu novo rumo ao nosso destino. Essa virada deve ser mantida, pois faz bem a todos, principalmente às grandes maiorias, pois lhes devolveu a dignidade negada.

Dilma Rousseff se propõe garantir e aprofundar a continuidade deste projeto que deu certo. Muito foi feito, mas muito falta ainda por fazer, pois a chaga social dura já há séculos e sangra.

É aqui que entra a missão de Marina Silva com seus cerca de vinte milhões de votos. Ela mostrou que há uma faceta significativa do eleitorado que quer enriquecer o projeto da democracia social e popular. Esta precisa assumir estrategicamente a questão da natureza, impedir sua devastação pelas monoculturas, ensaiar uma nova benevolência para com a Mãe Terra.

Marina em sua campanha lançou esse programa. Seguramente se inclinará para o lado de onde veio, o PT, que ajudou a construir e agora a enriquecer. Cabe ao PT escutar esta voz que vem das ruas e com humildade saber abrir-se ao ambiental. Sonhamos com uma democracia social, popular e ecológica que reconcilie ser humano e natureza para garantir um futuro comum feliz para nós e para a humanidade que nos olha cheia de esperança.

Leonardo Boff é teólogo e filósofo.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Rapidinha da Semana: Marina e o 2º turno.


"Eu dou um palpite, sem nada a ver com a coordenação da Dilma: eu acho que a Marina vai se afirmar neutra, porque ela é muito digna. Ela não vai apoiar uma aliança PSDB-DEM, a Marina tem história, vamos devagar com o andor."

Ciro Gomes.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Vamos garantir uma vitória tranqüila!

Chegamos aos últimos dias daquela que pode ser considerada a maior conquista do povo brasileiro, que é o resultado de 30 anos de experiência do Partido dos Trabalhadores nas decisões políticas do nosso país. "Nunca antes na história desse país", o povo teve a oportunidade de consolidar o seu projeto: O POVO GOVERNANDO PARA O POVO. E precisamos estar atentos até às 17h do dia 3 de outubro para continuarmos a transformar a realidade de toda a sociedade brasileira.
Esses quase 8 oitos de experiência do Campo Popular Democrático à frente do Governo Federal foram marcados por muitas conquistas do povo pobre e oprimido pelo falido sistema neoliberal, pelo qual passamos os períodos mais sombrios durante os anos 90.
O domingo, não deve somente ser encarado com a consolidação do nosso projeto Democrático e Socialista que construimos durante anos e anos de lutas. Deve ser encarado também, como a ruptura da população brasileira com um projeto desigual, falido, ultrapassado, medonho (por que não?) do capitalismo e seus principais defensores (PSDB, DEM e outros).
Domingo, irá significar que o povo está optando pelo próprio povo. Significará que os pobres perceberam que eles podem não ser pobres pra sempre. Significará que os negros podem sim, e devem, ser tratados de forma igualitária pelos seus semelhantes brancos. Significará que as mulheres, mais do que nunca, devem lutar pelo seu espaço na sociedade por condições igualitárias de salários e liberdade sexual.
Domingo, significará que nós, POVO BRASILEIRO, de fato passamos a entender o nosso papel na democracia brasileira e queremos evoluir a nossa postura política.
Domingo é dia de festa!!!
Vá pra rua!!! Leve sua bandeira!!! Cole adesivo no peito!!! Procure aquela estrela vermelha que você usou na última eleição!!! Use sua camisa vermelha!!!
Faça a festa em comemoração ao combate a pobreza, a redução da desigualdade social, aos jovens negros que hoje estão na universidade!!!
Essa vitória não é só nossa - petistas.
Brinde ao Brasil e aos brasileiros e as futuras conquistas que teremos nos próximos 4 anos de mandato popular daquela que será , com a nossa ajuda, a melhor presidente da história de país!!!

"Lugar de militante é......?!?!?!
........ na rua!!!!!!!!"

Orientações para a reta final

1- VÉSPERA DA ELEIÇÃO (02 DE OUTUBRO):

CARREATAS, PASSEATAS, CARROS DE SOM E PANFLETOS:

Permite-se até às 22 horas do dia que antecede a eleição (02 de outubro), a distribuição de material gráfico (panfletos, santinhos), caminhada, carreata, passeata ou carro de som que transite pela cidade divulgando jingles ou mensagens de candidatos. ATENÇÃO: os microfones não podem ser usados para transformar o ato em comício (art. 10, § 6º da Res. 23.191/09).

2- DIA DA ELEIÇÃO

DOMINGO - 1º turno (03 de outubro) e 2º turno (31 de outubro)

É CRIME ELEITORAL: (art. 54, I, II e III da Res. 23.191/09)

· o uso, no dia da eleição, de alto-falantes e amplificadores de som ou a promoção de comício ou carreata (Lei nº 9504/97, art. 39, § 5º, I);

· a arregimentação de eleitor ou a propaganda de boca de urna (Lei n.º 11.300/06 e Lei nº 9504/97, art. 39, § 5º, II);

· a divulgação de QUALQUER ESPÉCIE de propaganda de partidos políticos ou de seus candidatos (Lei nº 9504/97, art. 39, § 5º, III).

· o uso de vestuário ou objeto que contenha qualquer propaganda de partido político, de coligação ou de candidato, por servidores da Justiça Eleitoral, mesários e escrutinadores, no recinto das seções eleitorais e juntas apuradoras (Lei 9.504/97, art. 39-A, § 2º).

MANIFESTAÇÃO SILENCIOSA E INDIVIDUAL:

Não caracteriza o crime eleitoral acima previsto a manifestação individual e silenciosa da preferência do cidadão por partido, coligação ou candidato, revelada EXCLUSIVAMENTE no uso de bandeiras, broches ou dísticos e pela utilização de adesivos em veículos particulares, não se admitindo aglomerações de pessoas portando vestuário padronizado e os instrumentos de campanha acima enunciados, de modo a caracterizar manifestação coletiva, com ou sem utilização de veículos (Lei nº 9.504/97, art. 39-A, caput e art. 49, § 1º da Res.23.191/09).

Crachás e camisetas de fiscais: Aos fiscais partidários, nos trabalhos de votação, somente é permitido que de seus crachás constem o nome e a sigla do partido político ou coligação a que sirvam, vedada a padronização do vestuário, portanto, proibida a utilização de camisetas da mesma cor (art. 49, § 3º da Res. 23.191/09).

3- NÃO ESQUEÇAM:

PROIBIDA a confecção, utilização, distribuição por comitê, candidato, ou com a sua autorização, de camisetas, chaveiros, bonés, canetas, brindes, cestas básicas ou quaisquer outros bens ou materiais que possam proporcionar vantagem ao eleitor (art. 10, § 3º da Res. 23.191/09 e art. 39, § 6º da Lei n.º 9.504/97). Vale dizer, é proibida a confecção, distribuição e utilização de camisetas, durante toda a campanha eleitoral, com propaganda do nome ou número do candidato, bem como a confecção, distribuição e utilização de brindes com o nome ou número do candidato, ou seja, qualquer bem ou material que tenha algum valor e que possa proporcionar vantagem ao eleitor.

PROIBIDO o oferecimento de troféus, prêmios, ajudas de quaisquer espécies feitas por candidato, entre o registro e a eleição, a pessoas físicas ou jurídicas.

ALTO FALANTES NOS COMITÊS:

PODEM funcionar até a véspera das eleições (02 de outubro), das 08 às 22 horas, nas sedes e dependências, assim como em seus veículos ou à sua disposição, em território nacional, com observância da legislação comum, desde que estejam distantes, no mínimo, a 200 metros das Sedes dos Executivo e Legislativo da União, dos Estados, do Distrito Federal e respectivas Prefeituras Municipais; dos órgãos e Tribunais Judiciais; dos quartéis e outros estabelecimentos militares; dos hospitais e casas de saúde; das escolas, bibliotecas públicas, igrejas e teatros quando em funcionamento (art. 10, inciso II, § 1º e 2º da Res. 23.191/09).

CAVALETES:

Devem ser retirados das vias públicas até 22 horas da véspera das eleições. NO DIA DA ELEIÇÃO É CRIME ELEITORAL QUALQUER ESPÉCIE DE PROPAGANDA ELEITORAL. O eleitor que colocar cavalete de candidato NO DIA DA ELEIÇÃO, além de sujeitar o candidato à multa, poderá ser detido e responder por crime eleitoral.

NA IMPRENSA ESCRITA:

É permitida a divulgação paga, na imprensa escrita, até a antevéspera das eleições (01/10), de ATE 10 (dez) anúncios de propaganda eleitoral, por veículo, em datas diversas, de propaganda eleitoral no espaço máximo a ser utilizado por edição, para cada candidato, de 1/8 de página de jornal padrão e de ¼ de página de revista ou tablóide.

SITES NA INTERNET:

Os sites e blogs de PARTIDOS E CANDIDATOS NÃO PRECISAM SAIR DO AR antes das eleições. A Lei 12.034 aprovada em 2009 trouxe dispositivo específico, que foi reproduzido no artigo 82 da Resolução 23.191 (de Propaganda).

NÃO HÁ NECESSIDADE DE RETIRAR OS SITES DO AR.

ATENÇÃO PARA UMA RECOMENDAÇÃO IMPORTANTE: NO DIA DA ELEIÇÃO é crime eleitoral a DIVULGAÇÃO de qualquer espécie de propaganda de partidos ou candidatos. O site ou o blog não pode, portanto, ser alimentado com NOVAS propagandas. Recomendamos, assim, que NO DIA DA ELEIÇÃO não haja qualquer ATUALIZAÇÃO dos sites e blogs. Quaisquer modificações sobre PROPAGANDA devem ser efetuadas até a meia noite da véspera.